Porque o Leite é prejudicial? (Toda a Informação e Alternativas saudáveis)

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Nas últimas décadas, o leite tem assumido um lugar de destaque na alimentação quotidiana, incentivado pela medicina, expandido pela media e apoiado por uma intensa indústria.
Quem não lembra do leite quente antes de dormir, aquele quentinho aconchegante como prelúdio de um sono descansado. As associações do leite à amamentação, à mãe, ao Natal, à saúde e a tantas calorosas emoções transmitidas pelos anúncios televisivos, colocaram o leite num patamar psicológico quase inquestionável…

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Até que um dia, alguém me disse: Leite faz mal. Como assim?! Mal?! Então os médicos dizem que faz tão bem! Que precisamos beber para ficar com ossos fortes! Com saúde! E sei lá mais o quê!…
Esta foi mais ou menos a minha reacção inicial… Até que comecei a ver a informação com mais atenção… Afinal era um médico, falando de outros médicos… E depois Harvard retira o leite dos alimentos aconselhados… Bom, valia a pena explorar um bocadinho mais o porquê do leite ser prejudicial.

Ok, 1º ponto compreendi, as associações psicológicas têm muita força, o facto de ouvir anos a fio os médicos indicarem o consumo de leite influi muito e os reclames publicitários repetidos pelo menos 6 vezes já produzem um registo no inconsciente (imagine a quantidade de vezes que vemos o mesmo reclame num ano). Então cada vez que bebia, leite conectava-me inconscientemente com as emoções associadas a ele.

A seguir veio a parte mais prática: os factos, a informação sobre o que é o leite de hoje e o porquê de ser mais prejudicial do que alguma vez pensei.

Antigamente: o leite de vaca era consumido cru, era nutritivo e tinha lactobacilos e uma flora que ajudava na microbiota intestinal.
As vacas viviam por 20 anos e produziam 4 a 5 lt de leite por dia.

Hoje: o leite de vaca é pasteurizado ou ultrapasteurizado, o que o tornou num alimento desnutrido e estéril, além de poder conter conservantes e outras substâncias.
As vacas vivem por apenas 6 anos e produzem cerca de 50 lt de leite por dia. Após esses 6 anos são levadas para abate, por já não terem serventia produtiva.

Conforme os níveis de contaminação do leite, o tratamento térmico será diferente.  Para níveis normais o leite é pasteurizado ou ultrapasteurizado (UHT). Para níveis de contaminação muito elevados, o leite é esterilizado.

Pasteurização: mata bactérias e micróbios (benéficos ou não são praticamente todos eliminados).
Pasteurização rápida –  leite é aquecido a temperaturas entre 71 e 75ºC durante 15 a 20 segundos.
Pasteurização lenta – a temperatura utilizada é de 65ºC durante 30 minutos.

Ultrapasteurização (UHT): é aquecer o leite a 140-150ºC por 2-5segundos, sendo imediatamente submetido a uma temperatura inferior a 32ºC e embalado em cartão asséptico. Há uma maior desnaturação proteica, tornando-se o leite completamente estéril: destrói nutrientes, vitaminas e até a pouca vitamina D3 que o leite cru tinha; transforma a lactose em beta-lactose, a qual é absorvida mais rapidamente e provoca fome mais cedo; e não elimina a presença de antibióticos. O leite UHT não azeda por 180dias.

Esterilização: o leite sofre um pré-aquecimento de 70ºC e esterilização na própria embalagem à temperatura de 109 a 120ºC, durante 20 a 40 minutos, seguida de um arrefecimento rápido a cerca de 30ºC. Este processo além de causar uma significativa deterioração na qualidade nutritiva do leite, provoca uma alteração no seu sabor e uma perda da coloração branca, passando a ter um tom mais escuro, sendo vendido com chocolate e em garrafa de vidro ou plástico.

Logo o leite cru é bastante diferente do pasteurizado, UHT ou esterilizado.

Mas porque a produção de leite aumentou 250% e as vacas vivem menos tempo?

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Para as vacas produzirem mais leite é necessário estarem grávidas. Tal implica inseminar artificialmente a vaca a cada 2 meses para que fique constantemente grávida (tem o bezerro e a seguir é logo inseminada novamente)*. Como está sempre grávida, há 33 vezes mais estrona no leite. A concentração de estrona no soro do leite varia conforme o estado da vaca:

  • se não estiver prenha: 30 pg/ml;
  • se prenha de 41 a 60 dias: 151 pg/ml;
  • se prenha de 220 a 240 dias: 1000 pg/ml (33x mais)

Desvantagens da estrona: é uma hormona cancerígena, ligada ao desenvolvimento de cancro de próstata, mama, útero, ovário, entre outros. Dito por outras palavras, o leite já sai ruim.

Quanto às vacas, como estão constantemente grávidas e a dar leite quase ininterruptamente, têm um enorme desgaste corporal que reduz a sua vida a apenas 6 anos em vez de 20.

* Nota pessoal: Esta informação foi transmitida muito de forma muito frugal pelo Dr. Lair Ribeiro. Todavia há indicações de que vacas leiteiras podem dar leite por um período considerável após o desmame, desde que continuem a ser ordenhadas devido à libertação de oxitoxina. Como nunca contactei com ninguém da área de produção de leite de vaca em larga escala, não sei responder com certeza sobre as práticas de produção:
– se retiram o bezerro à vaca aquando do nascimento para maximizar o aproveitamento do leite (se o fazem é deveras uma agressão descabida para o animal) e
– se a quantidade de leite vai diminuindo com o passar do tempo (facto que poderá levar o produtor a inseminar artificialmente as vacas para garantir que a produção não decaia daí a uns meses).

Porém o leite também vem contaminado com outras substâncias… Outras?!Leite está contaminado.jpg

Existe um processo chamado biomagnificação (processo de concentração de uma substância): imagine que os peixes sofrem de contaminação com mercúrio; então o peixe pequeno tem um pouquinho, a seguir é comido por outro maior e assim sucessivamente; logo o peixe maior, que viveu mais e comeu mais, tem maior quantidade de mercúrio do que o 1º. Algo parecido acontece com o leite… O leite tem alto níveis de contaminação com:

  • perclorato: combustível de foguete – que cai na erva que a vaca come (ou nos ingredientes base da sua ração). O perclorato bloqueia a captação de iodo no corpo humano, criando problemas na tiróide;
  • retardantes de chama;
  • pesticidas – que funcionam como disruptores endócrinos;
  • antibióticos – devido à intensa ordenha, as vacas desenvolvem mastites, as quais são tratadas com antibióticos que vão para o leite. Como não deixam de ordenhá-la então o leite também terá pus – na Europa são permitidas 400.000 células de pus por cada ml de leite e no Brasil são permitidas 1.000.000 cel/ml;
  • substâncias radioativas;
  • metais;
  • bactérias que gostam de insulina, comem a insulina e destroem o pâncreas;
  • vitamina D: virou moda enriquecerem alimentos com vitamina D. Porém a vitamina usada é a D2 que é vegetal e de nada serve para o organismo;
  • enriquecimento do leite com vitamina A, o que acarreta risco de intoxicação por excesso. Esse risco não existe ao suplementar com betacaroteno (provitamina A), o qual transforma-se em vitamina A sob a ação da luz solar (apanhando sol por 15 min);
  • tem altas concentrações hormonais :
    • 8 hormonas pituitárias;
    • 7 hormonas esteroidais;
    • 6 hormonas tiroidianas;
    • 11 fatores de crescimento (porque o bezerro tem de dobrar de tamanho em 47 dias. Isto significa que promove a proliferação de células, logo se estiver em ambiente propício também ajudará a multiplicar as células cancerígenas);
    • 59 hormonas bovinas que não existem no corpo humano.
  • hormona de crescimento bovino dada por alguns produtores a cada 10 dias para aumentar a produção de leite. Esta hormona passa para o leite, fazendo o efeito de reposição hormonal não-bio-idêntica (as mulheres em menopausa têm ótimos resultados com tratamento de reposição hormonal bio-idêntica, mas a não-bio-idêntica é desastrosa).

Depois sempre há as substâncias características do leite: lactose e caseína…Lactose e caseína causam alergias.jpg

Pelos vistos os nosso organismo, está projetado para deixar de consumir leite a partir dos 4-5 anos, podendo consumir até aos 9-10 anos de idade. Até 1 ano não pode consumir leite, pois o organismo não está preparado para lidar com a composição do leite de vaca (destaque para a caseína que causa morte súbita infantil por reações alérgicas).
Assim, a partir dos 9-10 anos, o corpo praticamente deixou de produzir a enzima lactase, responsável pela quebra da lactose em galactose e glicose. Sem essa enzima, surge a Intolerância à lactose (inabilidade de transformar a lactose (açúcar do leite) em galactose e glicose).lactose e lactase.png

Mas aí, a primeira coisa que vem à mente é, “Oh sempre há leite sem lactose”. Porém  mesmo que não se tenha problemas com a lactose, pode ter intolerância à galactose, o que tem sido bastante comum nos últimos anos.

Todavia a alergia ao leite é mais extensa do que se pensa, pois pode também ser causada por alergia à caseína, à beta lacto globulina (BLG), alfa lacto globulina (ALG), bovino gama globulina (BGG), bovino soro albumina (BSA), beta celulina (BTC), entre outras.

Quanto à caseína, o caso fica mais grave, pois esta proteína tem uma estrutura molecular semelhante a proteínas que existem no fígado e no pâncreas (essas proteínas são compostas por grupos de aminoácidos parecidos). Então se o organismo cria um anticorpo contra a caseína, esse vai destruir a caseína e também atacar o fígado e o pâncreas, criando diabetes tipo 1 (diabetes juvenil). Tudo isto causado pelo que, na medicina, chamam de mimetismo molecular.

Ok, a composição do leite de vaca não é indicada para o ser humano, mas explica-me lá mais um bocadinho…

O leite de vaca tem 4 vezes mais proteínas do que o leite materno, tem menos hidratos de carbono, mais sódio, mais fósforo, muito mais cálcio e tem caseína (alergénica), lactose (intolerância) e proteínas lácteas (potencial alérgico). O objetivo desta composição é fazer o bezerro dobrar de tamanho em 47 dias (o ser humano dobra de tamanho em 180dias).
Ou seja, o leite de vaca tem uma composição adaptada ao crescimento bovino e desaconselhada ao organismo humano.

Então e o Cálcio? O Cálcio!!! Desde sempre ouvi dizer que era a melhor fonte para obter cálcio!

O leite tem muito cálcio, mas numa forma não absorvível pelo organismo (só 32% é absorvível). E ao ouvir isto pensa-se “32% mas isso já é bom!”… Mas o que não se sabe é o que acontece aos outros 68% não absorvíveis a até mesmo a esses 32%.

Ora o cálcio ao entrar no organismo não sabe para onde ir e é aí que entra em ação uma “equipa de boas-vindas”:

Ca K2 D3 Mg.jpg

  • aparece a vitamina K2 (K2 – MK7 não transgénica) que lhe diz “amigo vou levar-te à tua futura casa”… e leva o cálcio para os dentes e os ossos;
  • a Vitamina D3 diz “és VIP fica por cá”, isto é, faz com que o cálcio seja absorvido (faz chegar mais cálcio ao sangue e vasa menos pela urina);
  • o Magnésio diz “apaixonámo-nos, vamos morar juntos”, pois é o magnésio que segura o cálcio ao osso.

Logo se esta equipa não existir nas quantidades correctas, o Cálcio instala-se nas veias e artérias, endurecendo-as e aumentando a probabilidade de problemas cardíacos (veias endurecidas racham e quebram facilmente). Atualmente, a falta destas vitaminas é muito comum.

A vitamina D3 é uma super-aliada em qualquer processo do organismo e é anti-proliferativa, sendo anti-cancerígena.

Nota: Em Portugal a vitamina D3 e a K2 são bastante caras, então costumo pedir pela amazon.co.uk, pois ficam muito muito mais em conta:
Vitamina D3 da Healthy Origins 10.000 UI 360 cápsulas
Vitamina K2 MK7 600MCG da Nutrizing 90 cápsulas https://www.amazon.co.uk/dp/B01DAQ0C94/ref=pe_385721_51767431_TE_dp_2

Quanto ao Magnésio, este está, na sua maioria, acumulado nos ossos. Todavia ao suar ou ao envelhecer, essa reserva vai diminuindo. Como os solos estão empobrecidos, tornou-se necessária a suplementação para conseguir ter bons níveis deste mineral com inúmeros benefícios para a saúde. Existem duas formas:

Estes dois magnésios não devem ser usados em conjunto. Ou toma-se um ou outro.

(não sou patrocinada por nenhuma das lojas referidas, apenas as menciono por saber que são de confiança)

A relação de Cálcio/Magnésio ideal para ser absorvido é de 2 para 1. No leite essa relação é de 10 para 1, facto que aumenta o risco de morte e reduz em 10 anos a vida da pessoa, seja pelo leite como pela suplementação de cálcio.

A lista vai longa, mas a procissão ainda vai no adro… Ainda???? Tem Mais?
O leite é uma caixinha de Pandora, com um número considerável de doenças aliadas.

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Como já vimos, o leite é propício a gerar alergias e intolerâncias. É mucolítico (aumenta a produção de muco), inflamatório e proliferativo.

As doenças a ele associadas são artrite, dermatites, eczema, cólica, colite, enxaqueca (se tiver enxaquecas experimente retirar o leite por 15 dias para ver a diferença), dor nas costas, asma, rinite, sinusite, problemas respiratórios, acne, otites recorrentes, doenças neuro degenerativas (esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica), Parkinson, outras doenças auto-imunes,  infertilidade, obesidade, cancros, autismo,perda intestinal de sangue, indigestão, diabetes em crianças (pelo mimetismo molecular), morte súbita em bébés por alergia ao leite, autismo,  esquizofrenia (a proteína beta casomorfina 7 existente no leite pode desencadear), osteoporose, doenças cardiovasculares, fragilização e fraturas nos ossos, entre outras.

Ao longo dos últimos anos têm surgido diversos estudos, contrapondo os alegados benefícios do leite e apontando os malefícios do seu consumo. Inclusive, a Escola de saúde de Harvard disse que mulheres que tomam 2 ou mais copos de leite por dia têm um aumento de 66% no risco de desenvolverem cancro de ovário.

Por outro lado, todos já ouvimos a enorme propaganda do beba leite para prevenir a osteoporose… Ora bem, pelos vistos é apenas uma jogada da indústria produtora de leite, dado que as pesquisas têm revelado exatamente o contrário.

A taxa de osteoporose tem vindo a aumentar a par do aumento das taxas do consumo de leite. A osteoporose não é provocada por falta de cálcio e começa muito tempo antes de se manifestar. É provocada por álcool, tabagismo, açúcar, anorexia, hipertiroidismo, metais pesados, medicações, cafeína, flúor, inatividade física e histerectomia (pois os ovários deixam de produzir progesterona que protege contra a osteoporose).

Assim, o leite não previne osteoporose, nem protege contra fraturas ósseas – pelo contrário fragiliza os ossos e continuará a gerar os mesmos processos auto-imunes ou alérgicos.

A única vantagem no leite é ter ácido rumênico (vem de animais de ruminação) que é anti-cancerígeno, mas com tantos contras cancerígenos, alergénicos, inflamatórios e mucolíticos, torna-se num alimento completamente desinteressante a nível nutritivo e prejudicial à saúde.

Sabia que nem todo o leite é igual?! Há o A1 e o A2.

O seu nome deriva do tipo de beta-caseína neles existente.

Beta Caseína A1 e A2.png

O leite A1 é o mais comum e é produzido por um conjunto de espécies de vacas que ao longo da sua evolução (há cerca de 5000 anos) sofreram uma alteração genética e o leite começou a ter a proteína beta-caseína A1, responsável pelas inúmeras alergias e intolerâncias.

Já o leite A2, produzido pelas vacas Gir PO (puro de origem) e outro gado zebuíno, é o único em que as vacas continuaram a produzir a beta-caseína A2 que não gera dor de cabeça, alergias e outras coisas tais, podendo ser consumido.

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Em Portugal todo o leite de vaca é A1. Porém, o leite de cabra e ovelha é do tipo A2.

No entanto, lá está… os leites dos animais estão adaptados às necessidades de crescimento dos bezerros, cabritos, etc, sendo que a partir de determinada idade todo o animal deixa de consumir leite. Aliás se derem leite a um novilho, este morre.

Onde obter leite de vaca A2? No Brasil é relativamente fácil pelo que me disseram. Em Portugal, não há nenhum, mas há lojas na Europa que vendem leite de vaca A2 de uma marca australiana https://a2milk.co.uk/find/

E os derivados do leite?

Queijo – não tem lactose (esquivando-se a possíveis intolerâncias), mas tem a caseína numa forma concentrada, sendo por tal viciante. Durante a digestão, a caseína liberta casomorfinas (opiáceos), que geram dependência, pois estimulam a produção de dopamina – hormona responsável pela sensação de bem-estar e prazer (está ligada à coragem).

Quais os melhores queijos? Os que têm como ingredientes: leite cru, coalho, cardo e sal, podendo também conter fermentos lácteos. Todos os restantes ingredientes que possam aparecer são de evitar. Melhor ainda seria um queijo de leite A2 cru (vaca A2, cabra ou ovelha). Um queijo curado será melhor que um queijo fresco, pois confere mais saciedade (pela concentração de gordura) e por as proteínas do leite estarem mais abertas e menos intactas devido ao processo de cura.
Se não encontrar queijo de leite cru, a segunda melhor opção será o produzido com leite pasteurizado. No caso do Mozzarella escolha um sem amido de milho, pois o milho está na sua maioria transgénico.
Curiosidade: só os queijos com indicação DOP (denominação de origem protegida) é que são feitos garantidamente com leite português.

Natas – De preferência natas frescas por não terem aditivos, nem conservantes, nem carragenina (E-407). Veja como fazer chantilly sem açúcar e explicação sobre a carragenina.

Iogurte – não é garantido que tenha todas as alegadas vantagens para a flora intestinal. Ao ser feito de leite pasteurizado, os bacilos têm de lhe ser adicionados na fábrica, não havendo garantia que cheguem vivos ao consumidor (ou seja, tem bacilos mas já não se sabe em que quantidades).
Alternativas fermentadas mais vantajosas:

  • Kefir de Leite de Côco;
  • Kefir de Água;
  • Chucrute;
  • Natto, miso ou tempê que são soja fermentada (A soja não fermentada é prejudicial).

Sabia que… A microbiota intestinal tem mais bactérias do que as células do corpo. Então somos constituídos por 90% bactérias e 10% células. Para melhorar a microbiota intestinal há 3 opções:
Probióticos – que são as bactérias. Ex.: Lactobacillus rhamnosus (trata cancro de cólon), L. helvecticus (trata cancro de mama), L. casei shirota (trata cancro de bexiga). Quando é preventivamente ou para reequilibrar a microbiota intestinal (os antibióticos arrasam com a flora intestinal) convém tomar um conjunto diversificado de bactérias de diferentes espécies.
Prebióticos – alimentos que alimentam o probiótico (bactéria) já existente no intestino, levando à sua multiplicação. Ex.: chucrute ou agar agar.
Simbióticos – são prebióticos e probióticos. Ex.: Kefir.

Ghee – É benéfico, veja o porquê neste artigo Como fazer Ghee | How to make Ghee
É um ótimo substituto da manteiga para barrar pães (sem glúten e sem leguminosas), bem como dos óleos vegetais, creme vegetal e manteiga em receitas salgadas ou doces. Se mesmo assim, não quiser ingerir ghee, sempre há o óleo de côco.

Então onde obter cálcio? / Alternativa saudável

consumir-folhas-verdes-para-obter-calcioDa mesma forma que as vacas o obtêm: nas Folhas Verdes. O cálcio das verduras tem maior biodisponibilidade para ser absorvido do que o cálcio do leite.
Quanto mais verdes, maior a quantidade de cálcio. Então, além de incluir folhas verdes à refeição, pode fazer suco verde que será uma ótima opção, veja receita de um suco verde ao clicar aqui.

Como superar a ligação psicológica com o leite de vaca? / Alternativa saudável

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O que me ajudou muito, foi substituir o leite de vaca por leite de côco caseiro, o qual é super nutritivo e saudável (para ver a receita de leite de côco clique aqui). Continua-se a beber um líquido branquinho e quentinho, mas repleto de benefícios. O sabor não é igual, mas na minha opinião tem um sabor muito muito bom.


RESUMO


  • A composição do leite de vaca não é indicada para o ser humano (4 vezes mais proteínas do que o leite materno, menos hidratos de carbono, mais sódio, mais fósforo e muito mais cálcio – objetivo: fazer o bezerro dobrar de tamanho em 47dias. Humano dobra de tamanho em 180dias).
  • O leite tem muito cálcio, mas numa forma não absorvível pelo organismo (só 32% é absorvível).
    • O Cálcio para ser absorvido necessita de Magnésio, K2 e D3.
    • A relação de Cálcio/Magnésio ideal para ser absorvido é de 2 para 1. No leite essa relação é de 10 para 1, facto que aumenta o risco de morte e reduz em 10 anos a vida da pessoa, seja pelo leite como pela suplementação de cálcio.
  • Leite tem altos níveis de estrona, outras hormonas bovinas e está contaminado por diversas substâncias prejudiciais à saúde.
  • Causa alergias e intolerância pelas suas proteínas (lactose, galactose, caseína,…), sendo que o organismo humano foi projetado para deixar de consumir leite a partir dos 9-10 anos de idade, altura em que deixa praticamente de produzir lactase (responsável pela quebra da lactose em galactose e glicose).
  • A Caseína tem uma estrutura molecular semelhante a proteínas que existem no fígado e no pâncreas. Então se o organismo cria um anticorpo contra a caseína, esse vai destruir a caseína e também atacar o fígado e o pâncreas, criando diabetes tipo 1 (diabetes juvenil).
  • É mucolítico (aumenta a produção de muco), inflamatório e proliferativo, estando associado ao desenvolvimento de diversas doenças.
  • Não previne Osteoporose.
  • O leite UHT é completamente estéril, pois a ultrapasteurização destrói os nutrientes e vitaminas, transforma a lactose em beta-lactose (a qual é absorvida mais rapidamente e provoca fome mais cedo) e não elimina a presença de antibióticos.
  • Há o Leite A1 e o A2.
    • A1 tem a beta-caseína A1, responsável pelas inúmeras alergias,  intolerâncias e doenças.
    • A2, produzido pelas vacas Gir PO e outro gado zebuíno, pelas cabras e ovelhas, tem a beta-caseína A2 que não gera dor de cabeça, alergias e outras coisas tais, podendo ser consumido com moderação.
  • Alternativas saudáveis:
    • Para obter Cálcio: consumir de Folhas Verdes – quanto mais verdes mais cálcio. O cálcio das verduras tem maior biodisponibilidade para ser absorvido do que o cálcio do leite.
    • Para superar a ligação psicológica com o leite: Leite de Côco caseiro – super nutritivo e saudável.

Espero ter ajudado.
Até breve, Lígia

 

Artigo escrito com base em informações transmitidas por:

Outros vídeos e artigos sobre o tema:

Este artigo apenas pretende elucidar sobre os perigos de consumir leite, tendo sido baseado em informações e pesquisas transmitidas por médicos. Caso tenha algum problema de saúde, consulte um médico ou homeopata, conforme o tipo de medicina que prefere.

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