Glúten, Não Obrigada!

TRIGOA partir dos anos 50, na corrida pelo aumento da produtividade,  a manipulação genética do trigo tornou-se na estratégia predileta das grandes empresas. Saídos da 2ª Guerra Mundial, a evolução biotecnológica facilitadora da vida foi encarada como um novo alvorecer. Todavia, em consequência dessas hibridações, a concentração de glúten incrementou 400%, o que torna impossível para qualquer organismo conseguir processá-lo.

Glúten – o que é?

O Glúten é uma proteína composta, formada durante a confeção das refeições, e produzida ao misturar:

Trigo, Centeio, Cevada ou Aveia* + Água + Movimento

glutenÉ a união da Glutelina com a:

  • Gliadina do Trigo
  • Avenina da Aveia
  • Secalina do Centeio
  • Herdeína da Cevada

O que acontece ao ingerirmos Glúten?

Ao comermos alimentos, as proteínas são destruídas no aparelho digestivo e absorvidas no intestino sob a forma de aminoácidos. No entanto, ao ingerir glúten, este cria uma hiper permeabilidade intestinal, isto é, destrói a camada de zonolin do intestino (camada responsável por impedir a entrada de substâncias nocivas ao organismo). Assim, todas as proteínas que não foram digeridas, passam também a ser absorvidas. Dito por outras palavras, o que era para sair nas fezes, entra na corrente sanguínea e instala-se no organismo.

Glúten – Chave de Doenças

  • Impede a oxigenação do cérebro, estando na base das doenças neuro-degenerativas;
  • Caso não tenha gordura no corpo, as toxinas (usufruindo da entrada aberta)   irão diretamente para o cérebro por ser o único sítio onde fica sempre gordura;
  • As proteínas não digeridas ao entrarem no sangue, vão ser entendidas como corpos estranhos e o sistema imunológico vai criar anticorpos para combatê-las. Porém essas proteínas têm a mesma cadeia de aminoácidos que a tireoglobulina existente na parede da tiróide. Logo esses anticorpos também vão destruir a tiróide e provocar Tireoidite de Hashimoto;
  • Por destruir o intestino, é responsável pela maioria das doenças auto-imunes (como por exemplo artrite reumatóide, lúpus, dermatite herpetiforme, ataxia cerebelar, esclerose múltipla, colite ulcerativa, cólon irritável e enxaquecas);
  • É altamente inflamatório (até os médicos, após uma operação indicam a retirada do pão);
  • É viciante e aumenta o apetite, pois o glúten parcialmente digerido produz exorfinas que estimulam os receptores opioides no cérebro, tal como a heroína;
  • Provoca infertilidade;
  • Acelera o envelhecimento;
  • Calcifica a pineal, tal como o Flúor.

Além disso, em relação ao trigo, este tem amilopectina-A: o amido mais facilmente digerível que existe, o qual aumenta mais a glicose (açúcar no sangue), e consequentemente a insulina, do que o açúcar refinado. Só para exemplo, uma fatia de pão integral aumenta mais a glicose do que a mesma quantidade de açúcar refinado.

*Aveia não certificada sem glúten. No entanto, é melhor evitar.

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